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- Tarcísio e a reeleição Tarcísio de Freitas pode se reeleger no primeiro turno de 2026. Essa possibilidade preocupa aliados de Lula.
- Cenário sem Tarcísio Se Tarcísio vencer no primeiro turno, Lula não terá palanque em São Paulo, o maior colégio eleitoral.
- Dúvidas sobre engajamento Aliados de Lula minimizam a influência de Tarcísio na campanha de Flávio. A disputa promete ser acirrada.
A possibilidade de reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já no primeiro turno das eleições de 2026, tem gerado discussões intensas entre os membros das campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Lula (PT).
Nos bastidores, assessores de Flávio celebram as pesquisas que indicam a chance de Tarcísio se reeleger na primeira rodada de votação. Essa situação é vista como uma oportunidade que poderia favorecer Flávio em um provável segundo turno contra Lula na corrida ao Palácio do Planalto.
Impacto na campanha presidencial
Os aliados de Flávio argumentam que, caso Tarcísio conclua a disputa pelo governo paulista no primeiro turno, Lula ficaria sem um candidato ao governo para apoiar sua campanha no maior colégio eleitoral do país durante a etapa crucial das eleições presidenciais.
Além disso, eles ressaltam que a ausência de candidatos ao Senado mobilizando a militância em São Paulo poderia ser um fator desfavorável para Lula. Enquanto isso, Tarcísio, já reeleito, estaria livre para percorrer o estado, fazendo campanha para Flávio.
Reações de aliados de Lula
Os aliados de Lula, por sua vez, minimizam essa hipótese. Eles lembram que em 2006, quando José Serra (PSDB) foi eleito governador de São Paulo no primeiro turno, Lula ainda conseguiu se reeleger ao Planalto, mesmo sem apoio no estado.
Petistas também duvidam do engajamento de Tarcísio na campanha de Flávio. A expectativa é que, se Flávio vencer em 2026, isso não seria do interesse do atual governador paulista, que poderia não se empenhar na campanha.
Essa dinâmica entre os candidatos e suas estratégias pode moldar o cenário político no estado e no país nos próximos anos, à medida que as eleições se aproximam.
Fonte: Diário do Brasil Notícias

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