Ver resumo Resumo
- Apelido controverso O termo se refere a pessoas pequenas, mas barulhentas, que atacam sem parar.
- Reação de Damares Damares Alves critica os ataques e pede para que parem de atacar aliados.
- Novo ataque de Figueiredo Figueiredo insinuou que Michelle e Damares são "feministas" e criticou seu comportamento.
- Pesquisa revela apoio 45% dos entrevistados apoiam Michelle, enquanto 38% a consideram errada.
- Tensões aumentam Aliados temem que a briga interna prejudique as campanhas de Flávio.
- Futuro incerto Tentativas de apaziguar a situação não têm funcionado, e a polarização continua.
A crise no clã Bolsonaro continua a se intensificar, principalmente nas redes sociais. Os críticos de Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, foram apelidados de “chihuahuas” por aliados do PL, como Paulo Figueiredo, próximo do deputado cassado Eduardo Bolsonaro.
O termo é uma referência às características da raça de cachorro, que é pequena, mas bastante barulhenta. Um integrante do PL descreveu esses críticos como “uma tropa canina, um pelotão de chihuahuas”.
“Eles são barulhentos, tiram você do sério, mas são pequenos em estatura e só servem para encher o saco”, afirmou a fonte.
Os ataques se intensificaram após Michelle divulgar um vídeo, no mês passado, onde acusou o senador Flávio Bolsonaro de tê-la humilhado. Desde então, a tensão aumentou entre ela e Damares Alves, sua aliada.
Damares, em discurso no Senado, criticou os “aloprados de internet” que atacam seus próprios aliados e pediu uma mudança de postura. “Parem de atacar os seus soldados”, disse.
“Não é desta forma que vocês vão mostrar para o Brasil que é muito bom ser conservador?”, questionou.
Após a manifestação de Michelle, Figueiredo desferiu novos ataques, insinuando que ela e Damares têm comportamentos feministas e que as mulheres votam mal. Ele também deixou no ar informações comprometedoras sobre Michelle.
“Não soa fake? Principalmente se vocês soubessem as coisas que eu sei”, disse Figueiredo.
O grupo de críticos se refere a Michelle pelo nome de solteira, uma estratégia que a irrita. Atualmente, muitos desses críticos estão em autoexílio, enquanto Michelle continua a ser atacada nas redes.
Recentemente, a pesquisa Genial/Quaest revelou que 45% dos entrevistados apoiam a postura de Michelle, enquanto 38% a consideram um erro. O apoio a ela é maior entre os eleitores de esquerda do que entre os bolsonaristas.
Os aliados de Flávio temem que a briga interna prejudique suas campanhas. O clima de polarização e os ataques nas redes sociais podem afastar o eleitorado feminino, que já demonstra maior rejeição ao candidato do que ao próprio Lula.
Até o momento, tentativas de apaziguar os ânimos por parte de líderes do PL, como Valdemar Costa Neto, não surtiram efeito. As tensões parecem longe de serem resolvidas, especialmente com as eleições se aproximando.
Fonte: Diário do Brasil

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