Ver resumo Resumo
- Condenação de Lula Lula foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, mas as sentenças foram anuladas.
- Contratos suspeitos Bittar e Lulinha estariam envolvidos em contratos de interesse privado com o governo.
- Novas conexões Um dentista testemunha liga Bittar a um contrato de aluguel confidencial em Brasília.
Um novo escândalo envolvendo o empresário Fernando Bittar e Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, surge em meio às investigações da Polícia Federal. Bittar, que ganhou notoriedade durante a Operação Lava-Jato como um dos proprietários do Sítio de Atibaia, está sendo associado a um grupo que supostamente defendia interesses privados junto ao governo.
As apurações indicam que Bittar, Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger estavam envolvidos em negociações de contratos relacionados a Antonio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’, que está preso por desvio de 4 bilhões de reais da Previdência.
Histórico de condenações
Em fevereiro de 2019, Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem de dinheiro, com base nas reformas realizadas no Sítio de Atibaia. Embora as sentenças tenham sido anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, a ligação entre os envolvidos continua a ser investigada.
Bittar afirmou que sua família não frequentava o sítio com frequência, que era mais utilizado pela família de Lula. A propriedade foi reformada com a ajuda de empreiteiras como Odebrecht, OAS e Schahin, totalizando 1,2 milhão de reais na época.
Novas Revelações
Recentemente, a colunista Malu Gaspar, de O Globo, trouxe à tona novas informações sobre o contrato de aluguel da mansão em Brasília, que foi providenciado por Luchsinger para Lulinha. O contrato foi assinado em nome de outra pessoa e exigia confidencialidade.
A documentação foi assinada por Rafael Nicolau Arbex, dentista que foi testemunha de Bittar no caso do Sítio de Atibaia. Arbex declarou que morava na propriedade a convite de Bittar, mas negou que a família de Lula frequentasse o local, afirmando conhecer Lulinha e Bittar há 25 anos.
Essas novas conexões entre o caso do Sítio de Atibaia e o esquema de Lulinha continuam a ser investigadas, aumentando a pressão sobre os envolvidos.
Fonte: Diário do Brasil

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