Gestão falha

Descasos na gestão de Lages intensificam danos das enchentes

Chuvas causam estragos e revelam falhas graves no planejamento da Prefeitura e do Estado

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  • Moradores enfrentam alagamentos Cidadãos relatam prejuízos com casas quase submersas devido ao transbordamento do Rio Carahá.
  • Carmen Zanotto e a Defesa Civil A prefeita desfilou com colete da Defesa Civil, ignorando os problemas enfrentados pela população.
  • Revitalização da Avenida Carahá Governador Jorginho Mello assinou projeto de R$ 28 milhões, mas falta de repasse impede avanço.
  • Decisões controversas Carmen Zanotto realocou recursos da revitalização para outras obras, sem atender as necessidades urgentes.
  • Vereadores votam contra convocação Vereadores da base governista rejeitaram requerimento que convocava secretário para esclarecer paralisadas.

No dia 11 de julho, Lages enfrentou uma intensa tempestade que trouxe 35 milímetros de chuva em apenas uma hora, totalizando mais de 75 milímetros ao longo do dia. As consequências foram devastadoras para muitos moradores, com residências quase submersas. Em contraste, a prefeita Carmen Zanotto desfilou com um colete da Defesa Civil, ignorando os problemas enfrentados pela população.

Foto: reprodução
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Problemas com o Governo do Estado

Histórias de descaso se acumulam, e uma frase que ressoa é: “Quanto mais matuto é o governante, mais atravessadas são as coisas.” O Rio Carahá transbordou novamente, e tanto o Estado quanto a Prefeitura são responsabilizados pelos danos.

No segundo semestre de 2024, o governador Jorginho Mello esteve em Lages para assinar a revitalização da Avenida Carahá, um projeto de R$ 28 milhões que incluía galerias pluviais. Entretanto, a falta de repasse inicial de R$ 2,7 milhões impediu que a obra avançasse.

Decisões controversas de Carmen Zanotto

Assim que assumiu a Prefeitura, Carmen Zanotto priorizou promessas de campanha que beneficiaram aliados políticos, enquanto ignorou as necessidades urgentes da infraestrutura. Ela solicitou a realocação de recursos destinados à revitalização da Avenida Carahá para outras obras, como a pavimentação de ruas.

Como resultado, a primeira etapa da revitalização se limitou a um recapeamento asfáltico de R$ 4,5 milhões, sem a construção das galerias essenciais, e a obra está parada há quase um ano, sem previsão de retomar.

Críticas à Secretaria de Obras

Foto reprodução
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Na Rua Major Bibiano, o córrego transbordou novamente, levando moradores a procurar a Secretaria de Obras. Relatos indicam que o secretário Cleber Arruda não considerou as sugestões da comunidade, resultando em alagamentos recorrentes.

Vereadores em ação

Os vereadores da base governista votaram contra o Requerimento nº 023/2026, que convocava o secretário para explicar o grande número de obras paralisadas no município, evidenciando a falta de transparência e responsabilidade na gestão pública.

Fonte: Santa Catarina Em Pauta


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