Ver resumo Resumo
- Condenação severa Ela recebeu 117 anos e 8 meses de prisão, enquanto dois homens também foram condenados.
- Investigação iniciada As vítimas relataram os abusos após entenderem a gravidade da situação, levando a investigações.
- Penas e indenizações Os réus devem pagar R$ 210 mil às vítimas, além de cumprirem longas penas de reclusão.
Uma mulher foi condenada a 117 anos de prisão por vender suas próprias filhas e uma enteada para serem estupradas em Criciúma, no Sul catarinense. O julgamento ocorreu na última sexta-feira, dia 3, onde também foram condenados dois homens pelos abusos cometidos contra as meninas.
Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a mulher era responsável por levar as crianças, de 6, 7 e 8 anos, para serem abusadas em troca de presentes e dinheiro. Os crimes começaram em 2015 e se estenderam até 2024, quando as vítimas começaram a entender a gravidade da situação e relataram os abusos.
A denúncia do MPSC foi formalizada em janeiro de 2026, após as meninas contarem os fatos a pessoas próximas. Além de vender as filhas, a mãe mantinha relações com um dos réus na presença das crianças, expondo-as a conteúdos pornográficos.
Condenações dos réus
A justiça determinou que a mulher cumprisse 117 anos e 8 meses de reclusão, em regime fechado, por crimes como estupro de vulnerável e favorecimento da exploração sexual. A mulher, que já estava presa, teve o direito de recorrer negado.
Um dos homens, que abusou das três meninas, foi condenado a 55 anos, 1 mês e 10 dias de prisão, enquanto o outro, que estuprou duas das vítimas, recebeu uma pena de 18 anos, 1 mês e 23 dias. Além das penas, os réus foram obrigados a pagar R$ 210 mil em indenizações às vítimas.
Fonte: Oeste Mais

Deixe seu comentário