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- Movimentação política Ronaldo Caiado oficializa Gilberto Kassab como vice em Brasília. Chapa se prepara para as eleições de 2026.
- Importância da governabilidade Caiado enfatiza que a chapa deve priorizar a gestão compartilhada e não ser apenas decorativa.
- Foco nas inaugurações Ausências de líderes em evento geram questionamentos, mas Kassab defende a logística das inaugurações.
- Apoio em várias regiões Kassab destaca a capilaridade do PSD e a autonomia dos estados nas alianças eleitorais.
- Projeções financeiras Chapa planeja arrecadar mais de R$ 1 bilhão com cortes administrativos para áreas sociais.
- Visão para o futuro Kassab conclui que é necessário investir em infraestrutura, saúde, segurança e educação.
Ronaldo Caiado oficializou Gilberto Kassab como vice em sua chapa presidencial em Brasília, dando um passo importante a três semanas do início das convenções partidárias do PSD, marcado para 26 de julho. Essa decisão visa consolidar uma chapa unificada para a corrida eleitoral de outubro.

Críticas à gestão federal
Durante o evento, Kassab fez críticas contundentes à atual gestão federal, mencionando a necessidade de restaurar a credibilidade do governo diante da população. Ele destacou problemas crônicos na administração e na luta contra desvios de recursos públicos.







— A República está podre e os poderes estão contaminados com ineficiência, e isso acaba abalando a confiança da sociedade brasileira na República. Hoje consolidamos o projeto de mudança; vamos mostrar que o PSD está preparado para dar as respostas que a sociedade precisa — declarou Kassab.
Governabilidade em foco
Caiado enfatizou a importância de uma chapa que priorize a capacidade de gestão compartilhada e a estabilidade nas negociações políticas. Ele afirmou que não quer um vice apenas para fotos, mas sim um parceiro para governar de forma conjunta.
— Você tem que ter uma chapa pensando exatamente na governabilidade. O Kassab é o vice sonhado por qualquer candidato. A nossa chapa é uma realidade para o povo brasileiro — ressaltou Caiado.
Logística de campanha e apoio regional
A cerimônia contou com a ausência de importantes lideranças do partido, como os governadores Raquel Lyra (PE) e Eduardo Paes (RJ), o que levantou questionamentos. Kassab esclareceu que as ausências se devem ao foco em inaugurações antes do encerramento do prazo legal para entregas de obras.
— Os governadores têm somente mais dois dias para inaugurações. Não vamos tirar os governadores dos estados para isso — explicou Kassab.
Ele também afirmou que os estados terão autonomia para formar alianças e abordagens próprias nas eleições, destacando a capilaridade nacional do PSD, com apoio em várias regiões do Brasil.
Projeções financeiras
A chapa presidencial também anunciou planos para injeção de recursos nas áreas sociais, prevendo uma arrecadação superior a R$ 1 bilhão através de cortes administrativos. Kassab criticou a falta de transparência na gestão atual e a necessidade de uma reforma administrativa eficaz.
— Sem esses subsídios e privilégios que não precisam existir, poderíamos ultrapassar mais de R$ 1 bilhão para investir em infraestrutura, saúde, segurança e educação — concluiu Kassab.
Fonte: NSC Total

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