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- Ação no STF Um advogado pediu ao STF que investigue o papa Leão XIV, Lula, Bolsonaro e DiCaprio por clonagem de DNA.
- Acusações graves Bandeira menciona uma organização que manipula genética e controla mentes, chamando-a de "666".
- Sem provas apresentadas O advogado não trouxe evidências científicas que sustentem suas alegações sobre o suposto esquema.
- Impacto das alegações As acusações levantam questionamentos sobre a credibilidade do autor e suas implicações para os envolvidos.
Um advogado protocolou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando que a Polícia Federal (PF) investigue o papa Leão XIV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ator Leonardo DiCaprio por suposta participação em um esquema internacional de clonagem de DNA.
O caso já chegou à Corte, mas ainda não há relator designado. O autor da ação, Kelmo Martins Bandeira, alega que existe uma organização envolvida em práticas de clonagem de DNA, controle mental, manipulação genética e substituição de pessoas por clones.
Acusações sem provas
Na petição, Bandeira também menciona que a Igreja Católica, Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos, e familiares de DiCaprio estariam envolvidos no que ele classifica como grupo “666” e “Babilônia”. Apesar das graves acusações, o documento não apresenta evidências científicas ou provas concretas que sustentem as alegações.
Clonagem e controle mental
O advogado afirma que a organização teria mantido pessoas em cativeiro, além de cloná-las e submetê-las a alterações genéticas. Na petição, ele sugere que “a maioria dos artistas baianos”, os integrantes da banda Calcinha Preta e até “metade da população de São Luís e de Fortaleza” estariam envolvidos ou teriam sido impactados por esse suposto esquema.
“O projeto GENOMA decodificou o código genético dos humanos. A partir daí iniciou-se uma prática de alteração das características físicas da pessoa, incluindo a possibilidade de alteração de sexo e de qualquer característica física,” diz o advogado, que alega a existência de “práticas cientificamente comprovadas”.
O caso levanta questionamentos sobre a credibilidade das alegações e o impacto de tais acusações na imagem das figuras citadas.
Fonte: diariodobrasilnoticias.com.br

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