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- Disfunções sexuais relatadas Os laudos indicam disfunção erétil, ausência de libido e outras condições que comprometem a função sexual.
- Depoimento da denunciante Ela afirmou que o ministro estava com o pênis ereto enquanto tentava segurá-la durante o banho de mar.
- Testemunha contradiz versão Uma testemunha relatou que não houve contato físico e que Buzzi estava a um metro e meio da mulher.
A defesa do ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, apresentou laudos médicos que visam sustentar sua argumentação em um processo que investiga denúncias de importunação sexual. Os documentos foram anexados para contestar o depoimento de uma mulher que afirmou ter sido assediada durante um banho de mar em Balneário Camboriú (SC).
Os laudos, datados de 6 de fevereiro de 2026, revelam que Buzzi sofre de disfunção erétil de origem multifatorial, ausência de libido, hipogonadismo e ausência de ejaculação anterógrada. A defesa alegou que essas condições clínicas comprometeriam a função sexual do ministro, tornando impossível a situação descrita pela denunciante.
A mulher relatou que percebeu o pênis do ministro ereto enquanto tentava segurá-la. Em seu depoimento, ela afirmou que sentiu a genitália do magistrado pressionando seu corpo, uma vez que ele estava usando apenas shorts e sunga.
Os advogados de Buzzi também apresentaram o depoimento de uma testemunha que estava presente durante o episódio. Segundo a testemunha, a distância entre os dois era de cerca de um metro e meio, e não houve contato físico enquanto estavam na água. Ao saírem do mar, o ministro teria apenas oferecido a mão para ajudar a jovem.
Com a apresentação desses laudos e depoimentos, a defesa busca refutar as alegações da denunciante e demonstrar que a condição clínica de Buzzi inviabiliza a acusação contra ele. O caso segue em investigação e gera repercussão na mídia.
Fonte: Diário do Brasil Notícias

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