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- Júri pelo assassinato de bebê marcado para 28 de setembro em Concórdia A sessão começa às 9h no salão do júri do Fórum da Comarca de Concórdia. Mãe e padrasto respondem por homicídio qualificado e tortura.
- Crime ocorreu em 30 de novembro de 2024 no interior de Concórdia A criança de 1 ano e 3 meses morreu com graves ferimentos. Perícia apontou sinais de agressões anteriores e histórico contínuo de violência.
- Padrasto é apontado como principal agressor pela Polícia Civil Segundo o MP, ele teria jogado a criança contra a parede e no chão em diversas ocasiões. Mãe sabia das agressões e não agiu para impedi-las.
- Mãe ganhou liberdade em maio; padrasto segue respondendo preso Advogados Jonathan Garda Vaz e Leandro Bernardi confirmaram a soltura. O julgamento dos dois réus acontece em 28 de setembro às 9h.
A Justiça da Comarca de Concórdia confirmou para o dia 28 de setembro o julgamento pelo assassinato de uma criança de um ano e três meses. A sessão do tribunal começa às 9h no salão do júri do Fórum da Comarca de Concórdia, e no banco dos réus estarão a mãe da menina e o padrasto, denunciados pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio qualificado e tortura.
O caso ocorreu no dia 30 de novembro de 2024, em uma residência no interior de Concórdia. A criança morreu em decorrência de graves ferimentos que, segundo a denúncia, foram provocados por agressões repetidas.
As investigações da Polícia Civil indicaram o padrasto como principal agressor. Segundo o Ministério Público, ele teria, em diversas ocasiões, jogado a criança contra a parede e também no chão. Exames periciais apontaram sinais de agressões anteriores, reforçando a suspeita de um histórico contínuo de violência.
A mãe da criança, de acordo com as investigações, teria conhecimento das agressões, mas não teria adotado medidas para impedir os atos violentos. O caso ganhou ampla repercussão regional e estadual pela gravidade das acusações e pela idade da vítima.
Em maio deste ano, a Justiça da Comarca de Concórdia concedeu liberdade à mãe, que estava recolhida na Unidade Prisional Feminina de Chapecó. Os advogados de defesa Jonathan Garda Vaz e Leandro Bernardi confirmaram a informação. Ela passou a responder ao processo em liberdade até a realização do julgamento. O padrasto segue respondendo pelas acusações relacionadas ao caso.

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