Futebol

Os Estados Unidos pediram o DNA de Cristiano Ronaldo para comprovar acusação de estupro

Autoridades judiciais de Las Vegas, nos Estados Unidos, emitiram um mandado para coleta de DNA do craque português Cristiano Ronaldo, segundo reportagem publicada pelo “Wall Street Journal” nesta quinta-feira (10). O pedido, remetido à justiça italiana, se relaciona com as acusações de estupro envolvendo o jogador, de acordo com a publicação.

As acusações contra Cristiano Ronaldo vieram à tona após reportagem do diário alemão “Der Spiegiel” entrevistando a americana Kathryn Mayorga, que relatou um episódio com o atacante português em 2009.

À época, Cristiano havia trocado o Manchester United pelo Real Madrid. Mayorga disse que conheceu o jogador numa festa em Las Vegas, e que forçou relações sexuais ao fim da noite.

Quando o caso veio à tona, Cristiano Ronaldo se defendeu. O hoje atacante da Juventus afirmou que o sexo entre eles fora consensual. Pelas redes sociais, o atacante da Juventus procurou negar todas as acusações, apelidando-as de “fake news” (notícias falsas).

“O que foi publicado é uma ‘fake news’, eles querem se promover usando meu nome. É normal, eles querem se tornar famosos com o meu nome, é parte do meu trabalho, mas eu sou um homem feliz e está tudo bem”, publicou Cristiano em seu perfil no Instagram.

O mandado para coleta de DNA, de acordo com o “Wall Street Journal”, foi remetido para o sistema judicial da Itália, país em que Cristiano Ronaldo reside atualmente. O objetivo das autoridades americanas é averiguar se o material genético do jogador português bate com aquele encontrado no vestido de Mayorga.

Ajuda

O português da Juventus prometeu realizar um exame de DNA para ajudar a Polícia americana. De acordo com a notícia, a defesa de Ronaldo se propôs a colaborar com “100%” com as investigações.

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A defesa de Ronaldo, em comunicado divulgado no início da noite desta quinta, manteve a posição sobre a “natureza consensual” da relação e declarou ver a convocação como uma “parte padrão da investigação” e corroborou com a informação de que o astro colaborará com o pedido da polícia.

O processo mostra que o português supostamente pagou cerca de R$ 1,5 milhões na cotação atual em troca do silêncio da americana. A história se tornou pública somente no ano passado, e Kathryn Mayorga alega que a suposta agressão sexual de Ronaldo trouxe traumas psicológicos, acumulados pelo período em que se calou.

 

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