Apreensão de equipamentos

Polícia Penal intercepta Starlink e drogas em presídio do Rio

Ação frustra tentativa de ingresso de equipamento proibido no Bangu 4, em Gericinó

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  • Interceptação no Bangu 4 A Seppen frustrou a entrada de uma miniantena Starlink na quarta-feira. O equipamento estava disfarçado em um rádio.
  • Drogas também apreendidas Além da antena, foram encontrados 160 gramas de drogas com uma visitante. Ela foi autuada por tráfico.
  • Ações contínuas da Seppen As apreensões visam dificultar a comunicação entre facções criminosas. O controle nas prisões é uma prioridade.

A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) do Rio de Janeiro conseguiu impedir a entrada de uma miniantena Starlink no Presídio Jonas Lopes de Carvalho, conhecido como Bangu 4, no Complexo de Gericinó, na última quarta-feira (12/8). O equipamento, enviado pelos Correios, estava disfarçado dentro de um rádio e seria destinado a um detento.

A interceptação ocorreu durante uma revista com scanner de raio-x, onde as imagens do pacote chamaram a atenção dos agentes. Após a análise, uma ferramenta de inteligência artificial foi utilizada para inspecionar o conteúdo, revelando a miniantena oculta no aparelho.

O detento que receberia a antena foi transferido imediatamente para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1), onde permanece em isolamento. Além disso, os policiais penais também conseguiram evitar a entrada de cerca de 160 gramas de entorpecentes no Bangu 4. A droga foi encontrada nas partes íntimas de uma visitante durante a inspeção pelo scanner corporal.

A mulher foi encaminhada à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), onde foi autuada em flagrante por tráfico de drogas. O interno que receberia a substância também foi levado para o Bangu 1, para ficar em isolamento.

Em outra ação no Presídio Alfredo Tranjan (Bangu 2), os agentes apreenderam 31 celulares e aproximadamente 300 papelotes de drogas. Essas unidades prisionais são conhecidas por abrigar integrantes de facções criminosas, com o Bangu 4 sendo destinado ao Comando Vermelho e o Bangu 2 ao Terceiro Comando Puro.

As apreensões são parte de uma estratégia contínua da Seppen para coibir a entrada de itens proibidos nas prisões e dificultar a comunicação entre organizações criminosas.

Fonte: Diário do Brasil


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