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- Pedido de prisão A delegada Alriam Miranda solicitou a prisão preventiva de Malévola Alves e Rayssa Pugliesi.
- Motivo da investigação As influenciadoras são acusadas de mensagens ofensivas contra Jojo Todynho.
- Crimes apontados Injúria racial, difamação e coação estão entre as acusações.
- Reação da defesa A defesa afirmou que as influenciadoras colaboraram com a investigação.
A delegada Alriam Miranda Fernandes, da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) no Rio de Janeiro, solicitou à Justiça a prisão preventiva das influenciadoras Marina Alves Gadelha Pereira, conhecida como Malévola Alves, e Rayssa Souza Rego, popularmente chamada de Rayssa Pugliesi. O pedido foi motivado por vídeos que, segundo a investigação, continham mensagens ofensivas e intimidadoras contra a influenciadora Jojo Todynho.
A investigação foi iniciada após denúncias feitas por Jojo, que se sentiu ameaçada pelas postagens das duas influenciadoras. O pedido de prisão, protocolado na última terça-feira (2), foi encaminhado ao Ministério Público e aponta as investigadas por crimes como injúria racial, difamação, ameaça, perseguição, violência psicológica e coação.
O documento destaca declarações de Malévola, como: “Eu vou acabar com essa desgraçada dessa Jojo Todynho”; “tá na minha mira” e “se você quiser, eu vou dar na tua cara”. A delegada argumenta que a liberdade das influenciadoras representa um risco à ordem pública e ao andamento das investigações.
Nesta sexta-feira (5), a defesa de Malévola e Rayssa manifestou surpresa e tranquilidade diante do pedido de prisão, alegando que ambas sempre colaboraram com as autoridades e tomaram medidas judiciais contra Jojo Todynho. As informações foram divulgadas pelo portal Bacci Notícias.
Fonte: diariodobrasilnoticias.com.br

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