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- Tragédia no Aeroclube Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, faleceu após cerimônia de primeiro voo solo em Ponta Grossa.
- Socorro imediato Familiares e amigos tentaram ajudar, deitando Gustavo no chão e chamando o Samu e a equipe aeromédica.
- Atendimento no hospital Gustavo foi levado ao hospital, onde foi diagnosticado com anafilaxia e sofreu três paradas cardiorrespiratórias.
- Instrutor autuado O instrutor que lançou o óleo foi autuado por homicídio culposo e liberado após pagar fiança de R$ 3 mil.
- Investigação em curso A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente, incluindo a composição do óleo usado.
- Despedidas emocionantes Gustavo foi sepultado em Ipiranga, e amigos prestaram homenagens nas redes sociais, lamentando sua perda.
Gustavo Henrique Lara, um jovem piloto de 27 anos, faleceu após sofrer uma reação anafilática durante a comemoração de seu primeiro voo solo no Aeroclube de Ponta Grossa, no Paraná. O incidente ocorreu na noite de quinta-feira, 16 de julho de 2026, quando Gustavo foi atingido por óleo de motor durante a tradicional celebração.

Logo após o contato com a substância, Gustavo começou a apresentar sinais de mal-estar, como tontura e dificuldade para respirar. Amigos e familiares, que estavam presentes para comemorar o momento, tentaram prestar os primeiros socorros, deitando-o no chão e pedindo ajuda do Samu e da equipe de helicóptero que estava no local.
“Quando percebemos que a situação estava ficando grave, deitamos ele no chão. Ele estava com muita dificuldade para respirar. Aí começamos a tentar ajudar, gritando para chamar o Samu e também o pessoal do helicóptero que estava ali ao lado,” relatou uma testemunha à Polícia Civil.
O jovem foi atendido rapidamente pelos socorristas e encaminhado a um hospital, onde os médicos diagnosticaram uma reação anafilática, uma das formas mais graves de alergia. Infelizmente, Gustavo sofreu convulsões e três paradas cardiorrespiratórias, duas das quais foram revertidas, mas ele não resistiu à terceira.

Investigação em andamento
O óleo utilizado no banho é comum em celebrações de formatura de pilotos e foi lançado sobre Gustavo por um instrutor da escola de aviação. O profissional compareceu à delegacia e foi autuado em flagrante por homicídio culposo, sendo liberado após o pagamento de fiança de R$ 3 mil.
A Polícia Civil continua investigando as circunstâncias do acidente, incluindo a composição do óleo e a quantidade aplicada. Exames necroscópico, toxicológico e químico-pericial foram requisitados para esclarecer a causa da morte.
Despedida e homenagens
Gustavo foi sepultado em Ipiranga, município próximo a Ponta Grossa. Nas redes sociais, amigos e familiares expressaram sua tristeza e prestaram homenagens ao jovem, destacando seus sonhos e o amor que despertava em todos ao seu redor.
“Hoje era para ser o dia mais feliz da vida dele, pois estava realizando o seu maior sonho. Menino lindo, com um coração gigante, vai deixar muita saudade,” escreveu uma amiga. A perda de Gustavo deixou um impacto profundo na comunidade local, que aguarda respostas sobre o trágico ocorrido.

Fonte: NSC Total

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