Crime brutal

Morte de servidora pública causa comoção em Camocim

Maria Itelvina Monteiro, de 61 anos, foi encontrada em cova rasa com sinais de luta

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  • Servidora desaparece Maria Itelvina Monteiro, de 61 anos, sumiu na terça-feira (02) em Camocim.
  • Sinais de luta O corpo apresentava indícios de luta corporal e estava seminua.
  • Celular descartado O celular da vítima foi encontrado em uma área distante do local do crime.
  • Comoção na cidade A morte de Maria gerou grande comoção na comunidade e homenagens nas redes sociais.

Uma servidora pública da educação, identificada como Maria Itelvina Monteiro de Arruda, de 61 anos, foi encontrada morta em uma cova rasa em um terreno baldio no Bairro Tijuca, em Camocim, no litoral Oeste do Ceará, na última quarta-feira (03). A mulher, conhecida na região pelo apelido de “Mocinha”, estava desaparecida desde terça-feira (02).

A família de Maria Itelvina notou seu sumiço repentino e iniciou buscas na região. O corpo foi encontrado em um cenário que indicava sinais de luta corporal, com vestígios que sugerem que a vítima tentou se defender antes de ser assassinada. As sandálias da servidora foram encontradas a poucos metros do local onde seu corpo foi ocultado.

Outro detalhe que chamou a atenção das autoridades foi que Maria foi encontrada seminua e com um nome escrito à caneta na sola do pé esquerdo. Durante as investigações, o celular da vítima foi encontrado descartado em uma área distante do local do crime, levantando novas questões sobre as circunstâncias de seu desaparecimento.

Comoção na comunidade

A morte trágica de Maria Itelvina gerou grande comoção entre os moradores de Camocim, especialmente entre aqueles que conheciam seu trabalho na educação. Ela atuava na Escola General Antônio da Silva Campos e era muito respeitada por alunos e colegas.

A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que a investigação está sendo conduzida pela Delegacia Municipal de Camocim. As autoridades aguardam a finalização dos exames de necropsia para determinar a causa oficial da morte, enquanto o inquérito segue em sigilo para identificar possíveis suspeitos e esclarecer a motivação do crime.

Fonte: Diário do Brasil


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