Morte no presídio

Detento é encontrado morto no Presídio de Lages

Carlos Chaves, condenado a 70 anos, foi estrangulado por outro interno após chegada ao presídio

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  • Suspeito confessa crime Rodrigo Ribeiro Hofmann, de 31 anos, admitiu ter estrangulado Carlos Chaves.
  • Atendimentos não foram suficientes Equipe de saúde do presídio foi acionada, mas Carlos já estava sem sinais vitais.
  • Investigação em andamento A Polícia Civil está apurando as circunstâncias da morte de Carlos Chaves.

Lages – Um detento de 56 anos, identificado como Carlos Chaves, foi encontrado sem vida na cela de triagem do Presídio de Lages, na Serra Catarinense. O crime ocorreu poucas horas após sua entrada na unidade prisional e será investigado pela Polícia Civil.

De acordo com a Polícia Penal, por volta do meio-dia, um agente responsável pela ala ouviu um chamado vindo da cela 01, que abriga presos recém-chegados. Ao abrir a porta, um dos internos saiu e afirmou ser membro da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), confessando ter matado o companheiro de cela.

Carlos Chaves foi encontrado caído no chão, embaixo da pia do banheiro da cela, sem sinais vitais e com marcas de estrangulamento no pescoço. O suspeito, Rodrigo Ribeiro Hofmann, de 31 anos, confessou que havia sufocado a vítima.

A equipe de saúde do presídio foi acionada, mas os primeiros atendimentos não foram suficientes, pois Carlos já estava sem sinais vitais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado e orientou o acionamento da Polícia Científica.

Carlos Chaves cumpria pena em regime fechado por crimes de estupro e estupro de vulnerável, totalizando 70 anos, 9 meses e 10 dias de reclusão. Ele havia sido transferido para o Presídio de Lages horas antes do ocorrido.

A Polícia Científica e a Polícia Civil realizaram a perícia no local e removeram o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Lages. O suspeito foi retirado da cela e encaminhado para outra parte da unidade prisional, onde permanecerá à disposição das autoridades para os procedimentos legais. O caso segue em investigação.

Fonte: Atual FM


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