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- Processo iniciado Brasil aciona a Lei da Reciprocidade contra os EUA, buscando pressionar nas negociações.
- Preocupações levantadas Fiemg alerta sobre riscos de escalada comercial e impactos na inflação e indústria.
- Diálogo recomendado Amcham Brasil sugere que o país evite contramedidas e intensifique o diálogo.

O governo brasileiro deu início ao processo de aplicação da Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos, em resposta às tarifas adicionais impostas por Washington. Essa ação, embora ainda não tenha definido medidas de retaliação, representa uma nova fase nas relações comerciais entre os dois países.
A abertura desse procedimento oferece ao Brasil uma ferramenta de pressão nas negociações, mas também gera preocupações sobre os possíveis impactos na inflação, custos de produção, e nas indústrias e comércios envolvidos. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) expressou seu alerta sobre os riscos de uma escalada comercial que poderia ser prejudicial.
A Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) também se manifestou, recomendando que o país evite contramedidas e busque intensificar o diálogo com os EUA. O processo foi desencadeado após os Estados Unidos implementarem, em 22 de julho, uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros, com algumas taxas alcançando até 37,5%.
Importante destacar que o acionamento da Lei da Reciprocidade não implica que o Brasil tenha decidido, de fato, impor tarifas sobre produtos norte-americanos, mas sim que a situação está sendo avaliada com cautela.
Fonte: Diário do Brasil

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