Tragédia no esporte

Boxeadora Hannah Rapp morre tragicamente aos 26 anos

Atleta foi atropelada enquanto pedalava no Texas; motorista foi preso

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  • Acidente fatal O motorista Charles Medina foi preso após dar marcha à ré e atropelar a boxeadora.
  • Reações e homenagens O meio esportivo lamenta a morte de Rapp, com tributos de Jake Paul e Mauricio Sulaiman.
  • Legado de Rapp Hannah Rapp foi uma boxeadora promissora com 8 vitórias e uma carreira inspiradora.

A boxeadora americana Hannah Rapp faleceu tragicamente aos 26 anos após ser atropelada enquanto andava de bicicleta no Texas, Estados Unidos, na manhã de sábado (18). O acidente ocorreu quando a atleta foi atingida por um carro em uma rodovia, recebendo atendimento no local antes de ser levada a um hospital, onde não resistiu aos ferimentos.

Detalhes do acidente

Segundo informações do Gabinete do Xerife do Condado de Brazos, Rapp pedalava pela FM 159 quando o motorista, Charles Medina, de 31 anos, ultrapassou dois ciclistas e, em seguida, deu marcha à ré, atingindo a boxeadora. O comunicado do Gabinete do Xerife destacou:

— Os investigadores descobriram que o motorista do veículo ultrapassou dois ciclistas que trafegavam pela FM 159. Após ultrapassar os ciclistas, o Sr. Medina parou o veículo, deu marcha à ré e atropelou um dos ciclistas.

Apesar dos esforços das equipes de resgate, Rapp não sobreviveu e o caso está sendo tratado como um incidente isolado, com a investigação ainda em andamento. O atropelamento aconteceu por volta das 10h (horário local), a poucos quilômetros de distância da academia onde a atleta treinava.

Legado de Hannah Rapp

Naturais de Indiana, Hannah Rapp iniciou sua carreira profissional no boxe em 2024, acumulando um total de oito vitórias, um empate e uma derrota. Em junho deste ano, ela disputou o cinturão peso-pena do Conselho Mundial de Boxe (WBC), mas foi derrotada por Tiara Brown em Orlando.

A morte de Rapp gerou uma onda de homenagens no meio esportivo. O empresário Jake Paul expressou seus sentimentos nas redes sociais: — Partiu cedo demais. Meus sentimentos a toda a sua família. Descanse em paz, guerreira, Hannah Rapp.

O presidente do WBC, Mauricio Sulaiman, também lamentou a perda, afirmando:

— Ela foi uma boxeadora excepcional, mas, acima de tudo, uma integrante inestimável da nossa família do boxe.

Tiara Brown, última adversária de Rapp, recordou a relação respeitosa entre as duas antes da luta, ressaltando: — Ela foi a melhor parceira de dança que já enfrentei como profissional. Isso me encheu de alegria porque estávamos nos preparando para a guerra, e mesmo assim ela ainda me pedia um autógrafo. Foi uma grande luta. Foi uma honra dividir o ringue com ela.

Além de sua carreira no boxe, Rapp trabalhava em tempo integral como inspetora de segurança contra incêndio e salvamento. Uma campanha de arrecadação foi criada para ajudar a família com as despesas do funeral. Na homenagem, ela foi lembrada como “uma filha amada, irmã, amiga de todos que conheceu e uma atleta inspiradora”, destacando sua resiliência, coragem e dedicação em motivar as pessoas ao seu redor.

Fonte: Diário do Brasil


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