Ver resumo Resumo
- Morte de Maria Eduarda Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu em um salto de rope jump em Limeira.
- Detalhes do acidente O pai da criança relatou que a corda foi retirada enquanto ele estava em movimento.
- Inquérito revela novos suspeitos João Antonio não é mais considerado suspeito de retirar a câmera de Maria Eduarda.
- Evelyne indiciada A organizadora do evento, Evelyne, é acusada de homicídio qualificado.
- Dois inquéritos concluídos Dois inquéritos foram finalizados, indiciando instrutores e Evelyne.
- Vídeo do acidente Um vídeo circulou mostrando o momento em que Maria Eduarda caiu durante o salto.
A morte deMaria Eduarda Rodrigues de Freitasde 21 anos, durante um salto derope jump naPonte do Esqueletoem Limeira, São Paulo, no dia 13 de junho, trouxe à tona novos detalhes nesta semana. A Polícia Civil, ao concluir o inquérito, revelou que umacriança de 9 anos também sofreu um acidente com a mesma equipe que organizou o salto da jovem.
Os dois saltos ocorreram com a equipe“Entre Cordas” em março deste ano. O pai do menino relatou que a corda que o segurava foi retirada enquanto ele estava em movimento, resultando emlesões levesconforme informações do g1.
“O menor veio a raspar o solo, sofrendoescoriações nos joelhos. Não houve, aparentemente, impacto grave na cabeça, embora tenha relatado leve batida”, diz o inquérito policial.







O que é o rope jump?
O pai da criança, que prestouserviços operacionais para a empresa, afirmou que conhecia a equipe por meio de Luís Felipe, um dos indiciados. Ele participou de pelo menosquatro eventos na mesma ponte, mas o menino saltou em um dia comum, fora de evento.
Durante sua experiência, o pai relatou que sempre havia umaconferência prévia dos equipamentos antes dos saltos, com Luís Felipe responsável pelachecagem e condução dos participantes.
Novos desenvolvimentos na investigação
Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil não considera mais o instrutorJoão Antonio Pivetta Ribeiro da Silva como suspeito de ter retirado acâmera que acompanhava Maria Eduarda no momento da queda. Testemunhas afirmaram que a pessoa que retirou a câmera tinhacabelos escurosenquanto João é loiro.
“Os indícios colhidos agora recaem sobre os investigadosGabriel e Kauê”, destaca o inquérito. João deve ter aprisão temporária revogada e seus advogados afirmaram que ele seráindenizado pelo período em que esteve preso.
A organizadora do evento,Evelyne dos Santos Gonçalvestambém foi indiciada porhomicídio qualificado. Luís Gustavo de Oliveira, outro investigado, declarou que Evelyne demonstrouextrema preocupação após o salto e pediu que buscassem a câmera para apagar o vídeo, algo que ele se recusou a fazer para priorizar o socorro à vítima.
Investigação em andamento
Até o momento, dois inquéritos foram finalizados sobre a morte de Maria Eduarda. O primeiro, concluído em 22 de junho, resultou no indiciamento dos três instrutores que a seguraram e a lançaram:Luis Felipe Feliciano EgoroffMaicon Fernandes Cintra eVitor de Freitas Gonçalves.
O segundo indiciou Evelyne porhomicídio qualificado. Maria Eduarda morreu após cair durante um salto, sendo que não foi conectada corretamente aosistema de segurança.
Umvídeo que circulou nas redes sociais mostrou o momento em que funcionários carregam a jovem até a plataforma e a lançam, seguidos de gritos de alerta sobre a corda.
Fonte: NSC Total

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