Bem-estar

Confira dicas para escolher o protetor solar neste verão

Com cor, sem cor, em bastão, em pó, com vitamina C ou ácido hialurônico, de marcas nacionais, americanas, francesas e, mais recentemente, japonesas. Se a quantidade de opções de protetor solar nas farmácias te oprime, não se sinta sozinho.

Para começar, pense no seu tipo de pele e qual veículo (creme, gel, pó) te deixa mais confortável. Pele com manchas e seca merece um protetor físico (que contém óxido de zinco e dióxido de titânico para refletir a luz) em creme, por exemplo.

Mas não acredite que o protetor solar sozinho resolve tudo. Proteção solar é um conjunto de atitudes, afirma o dermatologista Marcus Maia, professor de dermatologia da Santa Casa de São Paulo. Especialmente na praia e na piscina, o chapéu, o guarda-sol e as roupas com proteção solar são indicados, ainda mais para crianças, diz ele. Adultos com maior risco de ter câncer de pele – com pele e olhos claros, mais de 65 anos de idade e com histórico de queimaduras solares – precisam tomar cuidados extra.

Água e piscina pedem também reaplicações do protetor a cada uma hora. E não esqueça de passar quantidades generosas do produto (lembre-se também dos pés e das orelhas), idealmente 30 minutos antes de ir para a praia, para que o produto seja bem absorvido.

Se a sua escolha se baseia meramente no fator de proteção solar, aproveite para mudar seus hábitos em 2019 e esqueça essa história. Segundo o dermatologista Cristiano Kakihara, professor da Universidade de Mogi das Cruzes, é consenso entre as sociedades de dermatologia que o FPS ideal é 30, não importa o tom da pele (e não, diz Kakihara, não há diferença significativa do FPS 30 para o 50 e para o 70. O importante é que o protetor seja muito bem aplicado).

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Câncer de pele

De acordo com a oncologista da Medquimheo, Carolina Conopca, há dois tipos de câncer de pele: o melanoma, mais raro e perigoso; e o não melanoma, mais frequente e menos grave. Ambos têm cura se descobertos logo no início e podem ser causados pela exposição prolongada e repetida ao sol.

Para reconhecer o câncer de pele é preciso ficar atento a alguns sinais na pele. Entre eles, mudanças de cor, forma e tamanho em manchas ou pintas já existentes e feridas que não cicatrizam. “É necessário reaplicar o filtro solar a cada duas horas, durante a exposição solar, assim como após um mergulho ou grande transpiração. Mesmo filtros solares à prova d’água devem ser reaplicados”, ressaltou.

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