Futebol

A Fifa desiste de fazer a Copa do Mundo com 48 seleções em 2022

A Fifa (a entidade máxima do futebol) desistiu do plano de ampliar para 48 o número de seleções participantes da Copa do Mundo do Catar, em 2022. Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Times, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, principal defensor da alteração no formato do Mundial, admitiu a dificuldade de implantar o plano já na próxima Copa.

O Catar atravessa problemas políticos com a Arábia Saudita e com os Emirados Árabes, que fecharam as fronteiras com o país-sede da próxima Copa. Além da questão política, de acordo com o jornal, problemas de logística atrapalham a concretização da ideia de Infantino.

O periódico também destacou que a decisão será anunciada oficialmente por Infantino em um congresso da Fifa, no dia 5 de junho, em Paris, na França. A ampliação de 32 para 48 seleções passará a ser o principal plano do mandatário para a Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Infantino já havia declarado, no fim do ano passado, que as chances de implantar o novo formato em 2022 eram pequenas. “Aumentar para 48 o número de equipes na Copa do Mundo é algo bom para o futebol. Por isso, fizemos para o Mundial de 2026. Se podemos fazê-lo já para 2022? É um desafio difícil. As chances são certamente pequenas, mas que mal existe em falar sobre isso? Devemos tomar uma decisão em março”, declarou o dirigente em novembro de 2018.

Copa América

O técnico Tite anunciou, na semana passada, a lista dos 23 jogadores que defenderão a Seleção Brasileira na Copa América. O retrato lembra bastante o apresentado pelo time na última Copa do Mundo. São 14 atletas remanescentes do Mundial da Rússia, no qual a equipe caiu nas quartas de final para a Bélgica. A marca é bem superior às registradas nas últimas edições da Copa América realizadas no ano seguinte ao da Copa do Mundo.

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Em 2007, para conquistar o título na Venezuela, Dunga levou apenas sete jogadores que estiveram no Mundial de 2006. Em 2011, na Argentina, Mano Menezes repetiu nove atletas de 2010. De volta ao comando, Dunga usou no Chile, em 2015, oito dos remanescentes do time de 2014.

Tite é o único dos treinadores citados que permaneceu no cargo após a Copa, o que ajuda a explicar a taxa de renovação menor. Jogar com responsabilidade maior em casa também fez o gaúcho apostar em um grupo experiente. A Copa América será realizada no Brasil a partir de 14 de junho.

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