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- Mudanças no INSS A partir de 2028, a biometria da Carteira de Identidade Nacional será obrigatória para beneficiários.
- Como emitir a CIN Agende um horário no site da Polícia Científica e leve os documentos necessários no dia marcado.
- Prazos de coleta Beneficiários têm até 31/12/2026 para usar biometrias antigas, após isso, apenas a CIN será válida.

A partir de 2028, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) adotará a Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento principal para a validação da identidade dos beneficiários. Essa mudança na coleta de biometria tem como objetivo modernizar a identificação e evitar cadastros duplicados e pagamentos indevidos.
A nova regra estabelece que, a partir de 1º de janeiro de 2028, somente a biometria cadastrada na CIN será aceita para concessão, manutenção e renovação de benefícios. Contudo, há exceções: pessoas com mais de 80 anos, aquelas que não podem se deslocar por questões de saúde ou deficiência, e moradores de áreas de difícil acesso estão isentos dessa exigência.
Além disso, migrantes, refugiados, apátridas e residentes no exterior também não precisarão realizar o cadastro biométrico. O governo garantiu que não haverá bloqueio automático de benefícios ativos durante o processo de regularização da nova identidade.

Como obter a nova CIN

Para emitir a nova Carteira de Identidade Nacional, o primeiro passo é acessar o site da Polícia Científica e agendar um horário. Caso não haja horários disponíveis, recomenda-se tentar o agendamento às 12h do dia seguinte.

No dia agendado, é necessário levar documentos como a certidão de nascimento para solteiros e a certidão de casamento para casados, divorciados ou viúvos, além do CPF e do endereço residencial.
Prazos para coleta de biometria
Os beneficiários do INSS têm até 31 de dezembro de 2026 para utilizar biometrias da CIN, CNH, Título de Eleitor ou Passaporte. Entre 31 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2027, quem já possui biometria válida poderá continuar usando-a, mas quem não a tiver deverá realizar o cadastro na CIN.
Essa mudança visa não apenas a unificação da identificação do cidadão, mas também a segurança nos processos de concessão de benefícios. A nova identidade utilizará o CPF como número único de identificação, facilitando o acesso a serviços e aumentando a segurança.
Fonte: NSC Total

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