Ver resumo Resumo
- Conteúdo da propaganda A peça mostrava um currículo de Flávio Bolsonaro, incluindo acusações. Lula veiculou a propaganda no sábado (29).
- Crítica da ministra Aranha afirmou que o conteúdo ultrapassa a crítica política aceitável. Ela citou a omissão de informações relevantes.
- Consequências da decisão A coligação de Lula não pode divulgar a propaganda até novo julgamento. Flávio também pediu direito de resposta.

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu neste domingo (30) barrar uma propaganda da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que fazia acusações contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após pedido do próprio senador.
A propaganda, que foi veiculada no programa eleitoral de Lula no sábado (29), apresentava um formato de currículo e incluía menções a investigações sobre Flávio. No entanto, a ministra Aranha argumentou que o material “extrapola os limites da crítica política admissível” e pode levar o eleitor a percepções errôneas.
Um dos pontos destacados na decisão foi a omissão de que as denúncias sobre as chamadas “rachadinhas” foram arquivadas e que não houve condenação, o que foi classificado por Aranha como uma “grave descontextualização”.
Com essa determinação, a coligação de Lula está proibida de continuar a divulgação da propaganda até que o mérito do caso seja julgado. Flávio Bolsonaro também solicitou o direito de resposta.
Fonte: Diário do Brasil Notícias

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