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- Avalanche devastadora Uma avalanche no Nepal causou destruição em vilas e deixou 362 mortos.
- Busca por desaparecidos 1.468 pessoas estão desaparecidas, com resgates enfrentando dificuldades.
- Vítimas de várias nacionalidades Mais de 280 indianos e cidadãos de 28 nacionalidades estão entre os desaparecidos.
- Apoio dos EUA Os Estados Unidos oferecem US$ 500 mil para auxiliar nas operações de resgate.
Uma avalanche devastadora no Nepal deixou um saldo trágico de 362 mortos e 1.468 desaparecidos, com as autoridades intensificando as buscas por sobreviventes. O desastre ocorreu na quarta-feira (26), atingindo vilas na região que faz fronteira com o Tibete, na China.
A avalanche, que se formou na montanha Langtang Lirung, provocou uma enxurrada de água, lama e detritos, resultante de um terremoto de magnitude 4.4, conforme relatado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shishir Khanal, confirmou a relação entre os eventos.
Áreas mais afetadas
Os locais mais impactados incluem as regiões próximas aos rios Trishuli e Bhote Koshi, no Nepal, além da área de Gyirong, no território chinês. A destruição foi significativa, com casas, estradas, pontes e instalações de energia severamente danificadas.










Busca por sobreviventes
Imagens de satélite revelaram a devastação em Khadga Bhanjyang, uma antiga vila no distrito de Nuwakot. Até agora, dos 362 mortos, 359 são do Nepal e 3 do Tibete, com mais de 900 desaparecidos no país nepalês e 558 no território chinês.
O Itamaraty informou que não há brasileiros entre as vítimas, mas entre os desaparecidos estão pessoas de 28 nacionalidades, incluindo mais de 280 indianos, 54 americanos, 33 britânicos e 53 ucranianos. A situação é crítica, e as equipes de resgate enfrentam dificuldades devido à lama e aos escombros.
Apoio internacional
Os Estados Unidos anunciaram uma ajuda de US$ 500 mil, aproximadamente R$ 2,5 milhões, para apoiar as operações de emergência. O presidente chinês, Xi Jinping, ressaltou a prioridade de encontrar os desaparecidos, enquanto especialistas alertam sobre o risco de uma segunda inundação devido ao bloqueio no alto do rio fronteiriço.
Fonte: NSC Total

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