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- Investigações em andamento Apesar da aprovação, o filme está sob investigação e pode enfrentar complicações.
- Financiamento controverso Flávio Bolsonaro pediu 134 milhões de reais para a produção, levantando suspeitas.
- Emendas parlamentares O filme recebeu recursos públicos, e os deputados envolvidos devem se explicar.

A Agência Nacional de Cinema, Ancine, deu um passo importante ao aprovar o registro do filme “Dark Horse”, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Essa aprovação é essencial para que o filme, mesmo sob investigação, possa ser exibido nas salas de cinema do Brasil.
O despacho foi emitido na última sexta-feira, 21, e o prazo para eventuais impugnações começou nesta segunda, 24. Durante o processo, a Ancine considerou multar a produção devido à falta de registro adequado do período de produção. A equipe do filme esclareceu que houve uma comunicação simultânea entre duas empresas, o que gerou confusão.
Detalhes do registro
O registro de “Dark Horse” como obra estrangeira garante que a Ancine validou informações sobre a empresa produtora, o diretor, o país de origem, entre outros dados. No entanto, essa aprovação não isenta o filme de outras investigações que ainda estão em andamento.
Financiamento e investigações
O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao banqueiro Daniel Vorcaro um financiamento de 134 milhões de reais para a produção do longa, sendo 61 milhões já desembolsados. Essa quantia levantou suspeitas sobre a destinação do dinheiro.
Além disso, o filme também recebeu recursos de emendas parlamentares. O ministro Flávio Dino, do STF, pediu explicações dos deputados do PL que enviaram verba pública, devido à necessidade de transparência no uso do dinheiro. As investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Federal.
Fonte: Diário do Brasil Notícias

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