Ver resumo Resumo
- Ferimentos em passageiros Os passageiros não estavam usando cintos e foram arremessados. Um teve fraturas graves.
- Detalhes do voo O Airbus A330 decolou de Campinas (SP) com destino a Orlando e passou por Manaus.
- Recomendações de segurança Investigação destaca a importância do uso do cinto de segurança durante o voo.
Um voo da Azul enfrentou turbulência severa em novembro de 2022, resultando em ferimentos para quatro passageiros, um deles com lesões graves. O incidente ocorreu quando a aeronave, ao se aproximar de uma área com instabilidade climática, acendeu o aviso de “apertem os cintos” e, 40 segundos depois, entrou em uma zona de turbulência intensa.
Os passageiros que não estavam utilizando os cintos foram arremessados de seus assentos. O relatório do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), ao qual a CNN Brasil teve acesso, detalha que o ocupante da poltrona 25D sofreu fraturas no pulso e na vértebra lombar, enquanto os outros três tiveram ferimentos leves. Não houve registro de lesões entre os tripulantes.
Detalhes do voo
O Airbus A330 decolou de Viracopos, em Campinas (SP), com destino ao Aeroporto de Orlando, nos Estados Unidos. Durante o cruzeiro, ao sobrevoar Manaus (AM), a aeronave enfrentou turbulência severa que durou 55 segundos. O passageiro com lesões graves foi projetado para cima, colidindo com a poltrona e caindo no corredor.
Lesões e recomendações
- Assento 25D – Fratura no pulso e na vértebra lombar (grave)
- Assento 35C – Contusão no abdômen (leve)
- Assento 26G – Contusão na cabeça (leve)
- Assento 28D – Contusão na cabeça (leve)
A investigação concluiu que as condições meteorológicas adversas contribuíram para o incidente, ressaltando a necessidade de as companhias aéreas reforçarem a conscientização sobre o uso do cinto de segurança em todas as situações, independentemente das condições climáticas.
Segundo o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos, o uso do cinto é fundamental para prevenir lesões em acidentes relacionados à turbulência. Um estudo revelou que, entre 123 ocupantes que sofreram lesões graves, apenas um utilizava cinto no momento da turbulência. A CNN Brasil entrou em contato com a Azul e aguarda retorno.
Fonte: Diário do Brasil

Deixe seu comentário