Salto inesperado

Piloto argentino salta de avião em pleno voo e aluna realiza pouso

Leandro Bertazzo, instrutor de voo, deixou aluna a cargo da aeronave após salto inesperado

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  • Incidente chocante Um piloto argentino, Leandro Bertazzo, saltou de um avião durante um voo de treinamento.
  • Últimos momentos Antes de saltar, Leandro disse à aluna que ela sabia o que fazer e a instruiu para seguir em frente.
  • O corpo encontrado O corpo de Leandro foi localizado em uma área rural de Toledo, Córdoba, logo após o incidente.
  • Quem era Leandro? Leandro era um piloto experiente que trabalhava como instrutor e tinha planos de trabalhar em uma grande companhia.
  • Investigação em andamento O caso está sob análise do Tribunal Federal de Córdoba para entender as causas do trágico salto.

No último sábado, 4, um incidente chocante ocorreu em Córdoba, Argentina, quando o piloto Leandro Andrés Bertazzo, de 42 anos, saltou de um avião em pleno voo. Ele estava acompanhado de uma aluna de 22 anos, que, apesar da situação extrema, conseguiu pousar a aeronave sozinha.

Eduardo Álvarez, diretor da escola de aviação Flying Parrot Córdoba, relatou que Leandro chegou à escola pela manhã e parecia estar bem durante as atividades. Após uma aula inicial sem incidentes, ele decolou com a aluna em um Cessna C-150, onde estavam apenas praticando manobras de reciclagem.

O que aconteceu no voo?

A bordo, Leandro fez uma declaração estranha antes de saltar: “Você sabe o que tem que fazer, siga em frente”, teria dito à aluna. Em seguida, ele retirou os fones de ouvido, guardou o celular, desabotoou o cinto e abriu a porta do avião, uma manobra arriscada a 250 metros de altura.

Após o salto, a aluna conseguiu manter o controle da aeronave e pousou em segurança. O corpo de Leandro foi encontrado em uma área rural da cidade de Toledo, na província de Córdoba, logo após o incidente.

Quem era Leandro Bertazzo?

Leandro era um piloto experiente, com uma trajetória documentada em seu perfil no LinkedIn, que incluía experiências no Chile. Em entrevistas, Eduardo destacou que não havia sinal de que Leandro estivesse enfrentando problemas emocionais ou psicológicos, e que ele estava animado com uma nova oportunidade de emprego em uma grande companhia aérea.

O diretor da escola expressou seu choque com a tragédia, afirmando que Leandro sempre foi um profissional querido e que não demonstrou qualquer comportamento que indicasse um possível suicídio. Após o ocorrido, foi revelado que Leandro havia recebido tratamento em um instituto neuropsiquiátrico, informação que não era conhecida pela escola.

As investigações estão em andamento sob a jurisdição do Tribunal Federal de Córdoba, que examina a aeronave e coleta depoimentos para entender as circunstâncias que levaram ao trágico salto. A hipótese principal é de que Leandro cometeu suicídio, mas as investigações continuam para esclarecer todos os fatores envolvidos.

Fonte: Diário do Brasil Notícias


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