Crueldade animal

Mulher pode ser condenada por enterrar cadela viva em Joinville

Ministério Público denuncia mulher após caso de extrema crueldade com animal

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  • Caso de Bonnie Uma cadela grávida foi enterrada viva em Joinville, gerando revolta na comunidade.
  • Indenização exigida A reparação mínima solicitada é de R$ 41.918,87 pelos danos causados.
  • Resgate da cadela Moradores ouviram os latidos de Bonnie e conseguiram retirá-la da cova.
  • Consequências legais A mulher enfrenta um processo penal por maus-tratos e corrupção de menores.

Um caso de extrema crueldade chocou Joinville, onde uma cadela grávida foi enterrada viva dentro de um condomínio na zona Norte em fevereiro deste ano. O Ministério Público classificou a situação como “extrema desumanidade” e decidiu não aceitar um acordo com a responsável pelo ato, optando por um processo penal.

Recentemente, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) denunciou a mulher acusada de participar do ato de maus-tratos, que inclui a responsabilização por corrupção de menores devido à participação de adolescentes no incidente. A indenização mínima exigida é de R$ 41.918,87 pelos danos causados aos animais.

Resgate foi feito pela Polícia Civil (Foto: PC, Divulgação)
Resgate foi feito pela Polícia Civil (Foto: PC, Divulgação)
Animal foi encontrado enterrado e vivo (Foto: PC, Divulgação)
Animal foi encontrado enterrado e vivo (Foto: PC, Divulgação)
Local onde animal foi enterrado vivo (Foto: PC, Divulgação)
Local onde animal foi enterrado vivo (Foto: PC, Divulgação)
Bonnie poderá ser adotada por uma nova família (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Bonnie poderá ser adotada por uma nova família (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Cachorra foi resgatada após denúncia (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Cachorra foi resgatada após denúncia (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Animal está em tratamento no CBEA (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Animal está em tratamento no CBEA (Foto: Prefeitura de Joinville, Divulgação)
Cachorra estava ofegante quando foi encontrada (Foto: PC, Divulgação)

Entenda o caso de Bonnie

O crime foi descoberto em 6 de fevereiro, quando moradores ouviram os latidos da cadela, chamada Bonnie, e conseguiram resgatá-la da cova. O MPSC argumenta que o animal sofreu intensa dor física e térmica, caracterizando a situação como extrema crueldade.

Bonnie estava grávida de quatro filhotes, dos quais dois nasceram com vida e outros dois faleceram em decorrência dos maus-tratos. Um relatório veterinário anexado ao processo indicou que a cadela apresentava sinais graves de choque e hipertermia, além de evidências de soterramento.

“O caso demanda resposta penal proporcional à brutalidade praticada”, afirmou a Promotora de Justiça Simone Cristina Schultz, ressaltando que a conduta da acusada se enquadra na Lei de Crimes Ambientais.

A denúncia foi feita após a decisão do MPSC de não aceitar um acordo, considerando a gravidade da violência cometida contra Bonnie. A mulher agora enfrenta um processo criminal por maus-tratos, refletindo a necessidade de punições mais severas para atos de crueldade contra animais.

Fonte: NSC Total


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