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- Busca por Elicéia A mãe de Elicéia teve um pressentimento negativo e registrou um boletim de ocorrência após horas de busca.
- Reconhecimento internacional O caso atraiu atenção nacional e internacional, com pessoas tentando se passar por Elicéia, mas sem sucesso.
- Situação atual Seis crianças ainda estão desaparecidas em Florianópolis, incluindo casos recentes e o de Diego Póvoas, sumido desde 1989.
O desaparecimento de Elicéia Silveira, uma menina de apenas 9 anos, ocorreu em 18 de março de 1995, em Florianópolis. Ela saiu para comprar remédios e nunca mais retornou para casa, tornando-se a criança do sexo feminino mais tempo desaparecida na capital catarinense. Em 2026, o caso completa 31 anos sem respostas.

Atualmente, Elicéia teria 40 anos. Para auxiliar nas buscas, o Instituto Geral de Perícias (IGP-SC) fez uma progressão digital a partir de uma foto dela na época, permitindo visualizar como ela poderia estar hoje.
Pressentimentos e buscas
A mãe de Elicéia, Maria Inês Silveira, relatou ter um pressentimento negativo no dia do desaparecimento da filha. Após não encontrá-la com amigos e vizinhos, ela registrou um boletim de ocorrência. O impacto emocional foi tão forte que Maria Inês acabou hospitalizada e sua saúde se deteriorou ao longo dos anos.







Reconhecimento e situação atual
O caso de Elicéia ganhou notoriedade nacional, especialmente por conta de pessoas que tentaram se passar por ela, mas foram desmascaradas por exames de DNA. O nome da menina está na lista amarela da Interpol, que destaca uma cicatriz no dedão direito como característica que pode ajudar na identificação.
Hoje, seis crianças permanecem desaparecidas em Florianópolis, sendo Diego Póvoas, que sumiu em 1989, a criança mais tempo desaparecida atualmente. A lista inclui casos recentes, como o de Adriano Souza Pinheiro, desaparecido há pouco mais de um mês.
Fonte: NSC Total

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