Ver resumo Resumo
- Prisão em Joinville Amanda Maria Souza de Oliveira foi presa por se passar por adolescente. Ela utilizava identidades falsas para obter ajuda.
- Golpe em outros estados A mulher já aplicou golpes em Florianópolis, Chapecó e outros estados como Rio de Janeiro e Paraná.
- Acolhimento no Rio Em 2023, Amanda foi acolhida por voluntários no Rio de Janeiro, onde alegou ter fugido de violência familiar.
- Descoberta das agulhas Exames médicos revelaram mais de 200 agulhas sob a pele de Amanda, surpreendendo os profissionais de saúde.
Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, foi presa em Joinville após se passar por adolescente e conseguir abrigo, alimentação e apoio de pessoas que se sensibilizaram com sua história. A Polícia Civil de Santa Catarina revelou que a mulher utilizava identidades falsas e alegava ter uma idade inferior à real para enganar suas vítimas. Segundo as investigações, Amanda já havia aplicado o mesmo golpe em cidades como Florianópolis e Chapecó, além de outros estados do Brasil, incluindo Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Ceará, onde nasceu. Sua prisão aconteceu um dia após a Justiça de Goiás expedir um mandado contra ela, que estava foragida.
Relato de acolhimento no Rio de Janeiro
Uma voluntária de um projeto social em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, relatou que acolheu Amanda após um pedido de ajuda nas redes sociais em 2023. A mulher dizia ter fugido de situações de violência familiar e se apresentava como adolescente. Sensibilizados, os voluntários ofereceram moradia e apoio, mas começaram a desconfiar quando Amanda provocou conflitos entre eles. A situação se agravou ao descobrir agulhas sob sua pele, resultando em exames que revelaram mais de 200 agulhas espalhadas pelo corpo, surpreendendo até os profissionais de saúde envolvidos. A história de Amanda levanta questões sobre a vulnerabilidade das pessoas que buscam ajuda e a necessidade de cuidados nas ações de acolhimento.

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